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Ran e Rei Lear : Doce Cordélia

7 de setembro de 2007

Reblogo poema que escrevi inspirado no filme Rei Lear, neste momento em que assisto a versão feita por Kurosawa: Ran :

17.7.04

escrevi este texto após assistir KING LEAR de William Shakespeare, versão cinematográfica de Lawrence Olivier – sexta, no cinema comunitário de franco da rocha:

se um dia eu tiver uma filha quero que seja como você
doce cordélia
fica um pouco mais
a ingratidão é tão amarga
maças que se estragaram
mas sua voz é tão suave
(que qualidade para a mulher!)
não devia o seio do amor
alimentar a traição
mas seus cuidados
enquanto tive
me foi alegria – se foi a alegria

nunca… nunca… nunca

que essa época sombria passe enquanto envelheço
que os jovens mereçam um reino melhor

___(imagem retirada do site do Wieslaw Walkuski: www.walkuski.link2.pl )_____

Recebi ótima indicação do colega Carlos, que já trabalhou com a Fundação de Amparo ao Presidiário, sobre o escritor LUIZ MENDES – autor de memórias de um sobrevivente. seus contos podem ser lidos no site da revista TRIP.

Quem quer um site cheio de “links” (parece óbvio que esse não tenha quase nenhum, não entendo bem essa tal de HTML) sugiro o http://minerva.ufpel.edu.br/~campani/highlights.htm , repleto de ótimas sugestões.

Post original retirado de: http://www.urfabio.blogger.com.br/2004_07_01_archive.html

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