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Duna

29 de julho de 2007

Descobri um universo fantástico tão complexo e organizado quanto “O Senhor dos Anéis” de Tolkien ou “A Fundação” de Asimov. Duna de Frank Herbert. Assisti hoje a refilmagem (2000) do filme e li algo na internet. Fascinante.

Creio que precisamos disso. Destes outros universos, destas ficções, para enxergarmos melhor o nosso. Vala conhecer.

Uma cena do filme original de 1984.

Copio aqui uma citação da wikipedia sobre o autor da série, mas garanto que vale a leitura na íntegra:

Eu acho que ficção científica ajuda, e aponta em direções muito interessantes. Ela aponta para direções relativas. Dizem que temos imaginação para essas outras oportunidades, essas outras escolhas. Nós tendemos a nos prender às escolhas limitadas. Nós dizemos “Bem, a única resposta é…” ou “Se você apenas…” qualquer coisa que se siga a essas duas afirmações elimina as alternativas aí mesmo. Coloca a visão tão próxima ao chão que você não consegue ver nada mais do que ocorre a sua volta. Humanos tendem a não olhar à longa distância. Agora, somos requisitados, nessas gerações, a ter uma visão mais ampla sobre o que inflingimos ao mundo a nossa volta. Aqui é, eu acho, onde a ficção cientifica está ajudando. Eu não acho que apenas escrevendo um livro como Incrível Mundo Novo ou 1984 evita as coisas ali retratadas de acontecerem. Mas eu acho que elas nos alertam e tornam a possibilidade menos provável. Ela nos torna conscientes de que podemos estar tomando essa direção.” – Frank Herbert.

Frank Herbert usou seus romances de ficção científica para explorar idéias complexas envolvendo filosofia, psicologia, política e ecologia, o que despertou o interesse de muitos de seus leitores nessas áreas. Um traço marcante no trabalho de Frank Herbert é a sua fascinação pela questão da sobrevivência humana e sua evolução. Frank Herbert atraiu um conjunto de fãs fanáticos, muitos dos quais lêem todos os trabalhos de Herbert, ficção ou não, e vêem Frank Herbert como uma espécie de guru. Na verdade, foi devido a essa devoção que alguns dos leitores de Herbert foram acusados de tentar criar um culto.

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