O mais estranho video já feito para a internet
Dica do portal http://tecnocientista.info/capa.asp
Uma colagem absurda e até divertida em forma de videoclipe
Isto é, de longe, o mais estranho vídeo que já foi publicado na internet. Quem fez isso é um gênio ou seja um total retardo. Ninguém tem certeza …
Luiz Inácio Falou, Luiz Inácio avisou…
“Se porrada educasse as pessoas, bandido saia da cadeia santo. O que educa as pessoas são oportunidades”, disse Lula.
Dicas para Gnu-Linux
sms no linux
http://www.tuxresources.org/blog/archives/70
portal de videos sobre linux
http://www.ubuntuvideo.com/
aparência do MAC no ubuntu-linux
http://www.tuxresources.org/blog/archives/30
Mais dicas para o Ubunto
http://www.tuxresources.org/blog/archives/141
(link obrigatório!)
Todas as dicas retiradas do blog de Antonio Ayres, o mesmo que fez o curso sobre GIMP.
Rascunho para Release
A convite do professor Carlos Lima, coordenador do Projeto Nas Ondas do Rádio Fábio Rogério Nepomuceno, professor de língua portuguesa e orientador de informática educativa da EMEF Fernando Gracioso, bairro Perus, apresenta projeto em que professores e alunos publicam na internet. Utilizando os recursos do portal Multiply os estudantes são orientados a criarem textos, que depois são submetidos a correção ortográfica e crítica de conteúdo. Este portal também permite a publicação de podcasts, como programas de rádio virtual; destacamos projeto realizado em 2007, em que alunos de 3a e 5a séries fizeram passeatas pelo bairro, conscientizando sobre a prevenção da dengue; a comunidade foi entrevistada e este registro está disponível no blog educativo. Mais informações: Professor Fábio
Blog educativo: http://radiograciosa.multiply.com Contatos pelo MSN messenger: radiograiosa#hotmail.com
Stigmata – O Reino de Deus está dentro de você e ao seu redor (diga não às igrejas)
(3) Jesus disse: “Se aqueles que vos guiam disserem, ‘Olhem, o reino está no céu,’ então, os pássaros do céu vos precederão, se vos disserem que está no mar, então, os peixes vos precederão. Pois bem, o reino está dentro de vós, e também está em vosso exterior. Quando conseguirdes conhecer a vós mesmos, então, sereis conhecidos e compreendereis que sois filhos do Pai vivo. Mas, se não vos conhecerdes, vivereis na pobreza e sereis essa pobreza.”
(4) Jesus disse: “O homem idoso não hesitará em perguntar a uma criancinha de sete dias sobre o lugar da vida, e ele viverá. Pois muitos dos primeiros serão os últimos e se tornarão um só.” (14) Jesus disse-lhes: “Se jejuardes, gerareis pecado para vós; se orardes, sereis condenados; se derdes esmolas, fareis mal a vossos espíritos. Quando entrardes em qualquer país e caminhardes por qualquer lugar, se fordes recebidos, comei o que vos for oferecido e curai os enfermos entre eles. Pois o que entrar em vossa boca não vos maculará, mas o que sair de vossa boca – é isso que vos maculará.”
Por estes trechos tenha uma leve idéia do que é o polêmico EVANGELHO DE TOMÉ, possivelmente o texto com as palavras mais próximas das ditas pelo Jesus Histórico. Leia outros fragmentos em:
http://paginas.terra.com.br/servicos/ecard/apocrifosonline/evangelhos_tome/quintoevangelho2.htm
Este texto inspirou o interessante filme STIGMATA (1999), que chamou tanto minha atenção que assisti no cinema e hoje, de madrugada, revejo na TV. Saiba mais:
http://paginas.terra.com.br/servicos/ecard/apocrifosonline/evangelhos_tome/stigmata_filme.htm
Descobri no texto do link acima que ele tem um final alternativa. Achei pelo youtube:
http://www.youtube.com/v/V_agPbd1Vss&rel=1
Nina (2004)
Próximo filme na minha lista. Obra inspirada no Crime e Castigo de Dostoievski e com participação da arte de Lourenço Mutarelli.
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http://www2.uol.com.br/mostra/30/p_exib_filme_arquivo_5297.shtml
Como é raro de se achar, informo que está disponível para download na rede em:
http://rapidshare.com/files/70401906/Nina._2004_.Heitor_Dhalia.part1.rar
http://rapidshare.com/files/70426131/Nina._2004_.Heitor_Dhalia.part2.rar
http://rapidshare.com/files/70616637/Nina._2004_.Heitor_Dhalia.part3.rar
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Dica do Fórum Farra do Eudes
Texto de Cristovam Buarque: Criança
Português falado no Brasil é talvez o mais rico e o mais imoral dos idiomas no que se refere à definição de infância
Os esquimós têm diversos nomes para indicar a neve. Para eles, cada tipo de neve é uma coisa diferente de outro tipo. Para os povos da floresta, cada mato tem um nome específico. Os habitantes dos desertos têm nomes diferentes para dizer “areia”, conforme as características específicas que ela apresenta. Para conviver com seu meio ambiente, cada povo desenvolve sua cultura com palavras distintas para diferenciar as sutilezas do seu mundo. Quanto mais palavras distinguindo as coisas que as rodeiam, mais rica é a cultura de uma população.
Os brasileiros urbanos desenvolveram sua cultura criando nomes especiais para diferenciar o que, para outros povos, seria apenas uma criança.
Para poder circular com segurança nas ruas de suas cidades, os brasileiros do começo de século 21 têm maneiras diferentes para dizer “criança”. Não se trata dos sinônimos de antigamente para indicar a mesma coisa, como “menino”, “guri”, “pirralho”. Agora, cada nome indica uma sutil diferença no tipo de criança. O português falado no Brasil é certamente o mais rico e o mais imoral dos idiomas do mundo atual no que se refere à definição de criança. É um rico vocabulário que mostra a degradação moral de uma sociedade que trata suas crianças como se não fossem apenas crianças.
Menino-de-rua significa aquele que fica na rua em lugar de estar na escola, em casa, brincando ou estudando, mas tem uma casa para onde ir – diferenciado sutilmente dos meninos-de-rua, aqueles que não apenas estão na rua, mas moram nela, sem uma casa para onde voltar. Ao vê-los, um habitante das nossas cidades os distingue das demais crianças que ali estão apenas passeando.
Flanelinha é aquele que, nos estacionamentos ou nas esquinas, dribla os carros dos ricos com um frasco de água em uma mão e um pedaço de pano na outra, na tarefa de convencer o motorista a dar-lhe uma esmola em troca da rápida limpeza no vidro do veículo. São diferentes dos esquineiros, que tentam vender algum produto ou apenas pedem esmolas aos passageiros dos carros parados nos engarrafamentos. Ou dos meninos-de-água-na-boca, milhares de pobres crianças que carregam uma pequena caixa com chocolates, tentando vendê-los mas sem o direito de sentir o gosto do que carregam para outros.
Sutis diferenças
Prostituta-infantil já seria um genérico maldito para uma cultura que sentisse vergonha da realidade que retrata. Como se não bastasse, ainda tem suas sutis diferenças. Pode ser bezerrinha, ninfeta-de-praia, nina-da-noite, menino ou menina-de-programa ou michê, conforme o local onde faz ponto ou gosto sexual do freguês que atende. E tem a palavra menina-paraguai, para indicar crianças que se prostituem por apenas um real e noventa e nove centavos, o mesmo preço das bugigangas que a globalização trouxe de contrabando, quase sempre daquele país. Ou menina-boneca, de tão jovem que é quando começa a se prostituir, ou porque seu primeiro pagamento é para comprar a primeira boneca que nunca ganhou de presente.
Delinqüente, infrator, avião, pivete, trombadinha, menor, pixote: sete palavras para o conjunto da relação de nossas crianças com o crime. Cada qual com sua maldita sutileza, conforme o artigo do código penal que cabe, a maneira como aborda suas vítimas, o crime ao qual se dedica…
Podem também, no lugar de crianças, serem boys, engraxates, meninos-do-lixo, recicladores-infantis, de acordo com o trabalho que cada uma delas faz.
Ainda tem filhos-da-safra, para indicar crianças deixadas para trás por pais que emigram todos os anos em busca de trabalho nos lugares onde há empregos por bóias-fria, nome que indica também a riqueza cultural do sutil vocabulário da realidade social brasileira. Ou os pagãos-civis, vivendo sem registro que lhes indique a cidadania de suas curtas passagens pelo mundo, em um país que lhes nega não apenas o nome de criança, mas também a existência legal.
Criança-triste
Como resumo de todos estes tristes verbetes, há também criança-triste: não se refere à tristeza que nasce de um brinquedo quebrado, de uma palmada ou reprimenda recebida, ou mesmo da perda de um ente querido. No Brasil há um tipo de criança que não apenas fica ou está triste, mas nasce e vive triste – seu primeiro choro mais parece um lamento pelo futuro que ainda não prevê do que um respiro no novo ar em que vai viver, quando pela primeira vez o recebe em seus diminutos pulmões.
Criança-triste, substantivo e não adjetivo, como um estado permanente de vida: esta talvez seja a maior das vergonhas do vocabulário da realidade social brasileira. Assim como a maior vergonha da realidade política é a falta de tristeza no coração de nossas autoridades diante da tristeza das crianças brasileiras, com as sutis diversidades refletidas no vocabulário que indica os nomes da criança.
A sociedade brasileira, em sua maldita apartação, foi obrigada a criar palavras que distinguem cada criança conforme sua classe, sua função, sua casta, seu crime. A cultura brasileira, medida pela riqueza de seu vocabulário, enriqueceu perversamente ao aumentar as palavras que indicam criança. Um dia, esta cultura vai se enriquecer criando nomes para os presidentes, governadores, prefeitos, políticos em geral que não sofrem, não ficam tristes, não percebem a vergonhosa tragédia de nosso vocabulário.
Quem sabe não será preciso que um dia chegue ao governo uma das crianças-tristes de hoje, para que o Brasil torne arcaicas as palavras que hoje enriquecem o triste vocabulário brasileiro e construa um dicionário onde criança… seja apenas criança.
Cristovam Buarque é professor da UnB e senador (PDT/DF)
Campus Party – ainda comentando
Copio aqui comentário que fiz sobre o Campus Party Brasil 2008 a pedido do blog:
http://educomverde.blogspot.com/
Gostei do Campus Party. Mentira, eu adorei! Já estou esperando pelo próximo. Este evento na América do Sul prova o poder financeiro do mundo virtual e, de certa forma, torna este mundo mais real. A participação do governo no evento e as oficinas para professores merece uma análise à parte. E por que? Parece que estar na internet e “lutar” pelo relacionamento virtual virou uma virtude. Nosso governo é um dos que mais usa a internet – curiosamente, toda a recente polêmica envolvendo os tais “cartões corporativos” só foi possível por causa do uso moderno que nosso governo (ao menos o federal) faz da internet.
E no entanto, apesar de 1000 ingresso terem sido oferecidos a professores de escolas públicas, sinto que não houve vontade nenhuma de garantir que estes professores participassem ativamente do evento; diria mais, não houve a divulgação adequada para conscientizar estes professores do quanto este evento foi importante. E foi importante. Foi um marco – vi na mídia alguns mais afoitos o comparando com o Woodstock e a Semana de 22. Talvez não seja exagero.
Podemos ver o Campus Party apenas como diversão. E foi divertidíssimo.
Em termos de formação dos técnicos diretamente envolvidos com internet é inegável o valor deste encontro, que deve render muito dinheiro para alguns e melhorias de serviços para outros.
Como espaço para encontro e formação de educadores fica devendo, não por culpa dos organzadores do evento, mas dos burocratas que, apesar de terem permitido que ele ocorresse não garantiram o verdadeiro acesso ao conhecimento – antiga demanda de todos os professores. É isso o que queremos para os nossos alunos, não é?
Veja fotos que tirei neste evento em:
http://www.flickr.com/photos/23736278@N07/sets/72157603918722552/
E leia relatório com algumas fotos e links indicados em:
http://ekalafabio.blogmestre.org/ekalafabio-no-campus-party-2008/
‘Campuseros’ fazem fila na entrada da Bienal antes da abertura dos portões. Foto: Paulo Liebert/AE
(para mais info clique na foto)
Persépolis e dêixis
Uma colega professora me perguntou hoje o que é deitico ou deixis.Acho que expliquei certo. Copio aqui pesquisa básica sobre este conceito:
O que é Dêixis, Significado de Dêixis
Hoje assisti Persépolis. Mais um excelente desenho baseado numa HQ realista (baseada em fatos reais, como Gen).
Leia mais sobre:
http://devaneioconcentrado.wordpress.com/2008/02/04/persepolis-persepolis/





