Tio sete vezes + Outra São Paulo (atualizado com fotos)
Nasceu meu sétimo sobrinho (veja fotos). Terceiro filho de minha irmã caçula, a Fernanda, nasceu 30 de novembro às 8h30. Este o grande evento do meu dia, apesar de eu não ter participado e só ter tomado conhecimento agora à noite.
Amanhã vou tentar ve-lo no hospital, junto com minha irmã Alessandra.
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Além disto, conforme prometido, participei do Fórum sobre educação do Movimento “Nossa São Paulo: Outra Cidade”.
Como bem resumiu o colega professor Givaldo, é o terceiro setor entrando na escola, para ocupar um espaço não apenas vago como descaradamente oferecido pelo estado. Fazer o que, né. Como professor e funcionário público deixei bem clara minha crítica às ONG’s, mas na falta de opção a gente aceita a ajuda que aparecer. Tive o prazer de rever meu professor, Elie Ghanem, que falou sobre gestão democrática e contou sua experiência com o Fórum de Educação da Zona Leste, e participei do grupo de discussão sobre este tema.
Com mais tempo colocarei algumas fotos (e talvez videos) no multiply.
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Atualizao este post em 6/1/2008, colocando aqui as fotos publicadas no site no movimento “Nossa Cidade”:
http://www.nossasaopaulo.org.br/verconteudo.asp?idsecao=87
Eu apareço em uma das fotos!

Fotos: Moisés Moraes e Tatiana Cardeal |
ABC da miséria nacional – Reblogado (também recebi este por e-mail)
SÃO PAULO – “Sabemos falar muito bem a nossa língua (…). Queremos brasileiros melhor educados (sic), e não brasileiros liderados por gente que despreza a educação, a começar pela própria.” O que foi isso? Um acesso de esnobismo? Uma manobra diversionista para desviar o foco do mensalão tucano? Inveja e despeito? Um pouco de tudo, mas antes de mais nada Fernando Henrique Cardoso foi vulgar e mesquinho ao açular nesses termos o velho preconceito de classe que ele um dia já combateu.
Que o professor emérito e de carreira internacional tenha tropeçado no idioma nativo justamente quando zombava do metalúrgico pouco letrado é um detalhe cômico que só torna o episódio mais grotesco. O essencial não está, obviamente, no maltrato da língua, o que nem é novidade. O sociólogo um dia já manobrou muito bem as idéias, mas nunca foi um estilista. Seu texto é sofrível. Também nisso é legítimo representante da elite local.
Os tucanos falam muitas línguas, são gente que trabalha e estuda, que estuda e trabalha, disse o príncipe. Pois os estudiosos deveriam ler as 90 páginas da denúncia do procurador-geral Antonio Fernando Souza sobre o valerioduto do PSDB. Está em português, claro e cristalino.
Ali o esquema de rapinagem dos cofres públicos a serviço de Eduardo Azeredo em 1998 é descrito como “origem e laboratório” do mensalão petista. A diferença entre a farra mineira e a que se deu sob Lula seria de escala. Não é uma gincana muito edificante.
“Estamos aprendendo com a Era Fernandina como de fato ficou brutalmente estúpido ser inteligente”, escreveu no caderno Mais!, ainda em 2001, o filósofo Paulo Arantes. O “apagão” da inteligência progressista desde então só avançou. E já ficou claro a essa altura que tal breu está relacionado à falta de perspectiva decente para o país. Ou, como disse João Moreira Salles em entrevista à Folha, “nossas ambições se tornaram mais medíocres”. É um moço bem-educado. E ele FHC conhece muito bem.
Acessando Youtube
Parece que o youtube está bloqueado em algumas máquinas corporativas, o que me parece incoerente. Portanto, achei uma dica. Pode ser que não funcione, mas tentem acessar através de:
E para baixar os videos do youtube para uso pedagógico há duas boas opções:
http://vixy.net/
(bem simples. É só copiar o url do video que aparece no canto esquerdo e colar neste site; mas às vezes ele falha)
e
http://www.mediaconverter.org/
(clique em “ Convert a file directly from Youtube.com” e cole a url, depois é só seguir o passo a passo, raramente falha)
DICA LEGAL:
Mesmo que não seja possível assistir o video (tive alguns problemas), não desanime. Copie o url do video, que aparece bem no alto da págino, no campo abaixo de “www.vtunnel.com” e ao lado do botão “GO”, e cole nos campos adequados de um dos sites de conversão indicados. Possívelmente o vide será baixado e poderá ser aberto com o Windows Media Player.
meu novilho brasileiro que a natureza criou + livros do MEC
Uma das músicas cantadas pelo “A Quatro Vozes’ (ver post anterior)
“Lá vem meu boi urrando,
subindo o vaquejador,
deu um urro na porteira,
meu vaqueiro se espantou,
o gado da fazenda
com isso se levantou.
Urrou, urrou, urrou, urrou
meu novilho brasileiro
que a natureza criou!”
Toada de Boi do Sotaque de Pindaré, do cantador Coxinho
Uma dica: É possível solicitar gratuitamente pela internet bibliografia de orientação do MEC. Ano passado pedi e recebi livros sobre inclusão (é preciso saber o título certinho e pedir no setor correto). Hoje pedi o livro indicado no evento “Roda de Conversa”:
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana
Fui lá no site do MEC fazer o pedido:
http://mec.gov.br/index.php?option=content&task=view&id=351&Itemid=511
Roda de Conversa: Tramas da cor no CEU Pera Marmelo
Participo do evento “RODA DE CONVERSA” no teatro do CEU Pera Marmelo, das 08 às 12 horas. Já trabalhei na EMEF deste CEU EM 2005.
Elisa, diretora pedagógica da CE Pirituba, apresentou o evento, reclamando do número reduzido de participantes, menos de 30, com certeza decorrência dos fechamentos burocráticos exigidos nesta época do ano. Assistimos belo show do grupo “A Quatro Vozes”. Não tirei fotos pois esquecei de levar as pilhas! O grupo vale nossa atenção e em maio de 2008 estará lançando seu terceiro disco, no memorial da américa latina.
achei esta imagem na net, mas ela não mostra os instumentistas (violão e percussão) que são ótimos.
Depois ouvimos a professora Rosa Margarida de Carvalho Rocha, autora do livro Almanaque Pedagógico Afro-Brasileiro.
Ela falou sobre a Implantação da Lei 10.639 e o Cotidiano Escolar, inclusive dando dicas específicas para cada disciplina.
Complementando a fala da professora Rosa, tivemos o prazer de ouvir a professora Raquel de Oliveira, autora do livro “Tramas da Cor”, que de certa forma torna real e presente o preconceito racial contando um caso real de racismo, com a aluna Jéssica, e também fornece esperança ao mostrar como este caso foi tratado e os resultados positivos possíveis.
A professora Rosana leu o primeiro capítulo deste livro e Raquel apresentou um resumo explicativo de suas partes. Emocionante e Fantástico. Ela terminou lembrando algumas grandes figuras negras brasileiras e mostrando dois poemas.
Alguns citados: Carolina Maria de Jesus (escritora), Antonieta de Barros, Luiza Mahin (líder malê), Cuti (poeta, ainda vivo), Solano Trindade, Rainha Nzinga, etc…
Em tempo, ambos os livros estão disponíveis nas Salas de Leitura das escolas municipais de São Paulo.
Aproveitem os poemas:
A PALAVRA NEGRO
Cuti
a palavra negrotem sua história e segredoveias do São Franciscoprantos do Amazonase um mistério Atlântico a palavra negrotem grito de estrelas ao longesons sob as retinasde tambores que embalam as meninasdos olhosa palavra negrotem chaga tem chega!tem ondas fortessuaves nas praias do apegonas praias do aconchego a palavra negroque muitos não gostamtem gosto de sol que nasce a palavra negrotem sua história e segredoo sagrado desejo dos doces vôos da vidao trágico entrelaçadoe a mágica da alegria a palavra negrotem sua história e segredoé o bálsamo para o medoem chagas aberto no corpo de nosso país a palavra negrosumo deste solonos neurônios da raiz.(Batuque de Tocaia)
Zumbi morreu na guerra
Eterno ele será
Rei justo e companheiro
Morreu pra libertar
Zumbi morreu na guerra
Eterno ele será
Se negro está lutando
Zumbi presente está
Herói cheio de glórias
Eterno ele será
À sombra da gameleira
A mais frondosa que há
Seus olhos hoje são lua,
Sol, estrelas a brilhar
Seus braços são troncos de árvores
Sua fala é vento é chuva
É trovão, é rio, é mar.
Solano Trindade (1908 – 1974), poeta da militância negra, pintor, teatrólogo, ator e folclorista. Iniciou junto com outros artistas, nos anos 60, na cidade de Embu, o núcleo cultural que contribuiu para o atual batismo de Embu das Artes.
No dia 20 de novembro – Dia Nacional da Consciência Negra , em 1695 (ainda no século XVII), o líder negro Zumbi foi assassinado no quilombo dos Palmares.
O que é ler?
Os dois textos abaixo estão circulando pela internet mas também foram publicados em jornais e revistas. Podem motivar uma interessante discussão sobre o que é leitura e, talvez, como ensinar crianças a lerem de uma maneira mais fácil e rápida.
Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
Para educador, escola formal não serve para educar
“ “A Escola formal não está só na forma. Está dentro da fôrma. O pior é quando está no formol. É um cadáver.” É assim que o educador mineiro Tião Rocha, 59, vê o ensino convencional, de cujos métodos e conteúdos se afastou há mais de 20 anos para experimentar processos alternativos de educação.
À frente do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento desde 1984, Rocha sempre persegue “maneiras diferentes e inovadoras” de educar, alfabetizar, gerar renda. Ele distingue educação de escolarização e busca um sonho: escolas que sejam tão boas que professores e alunos queiram freqüentá-las aos sábados, domingos e feriados. “Se ninguém fez, é possível”, diz. “
continue lendo a entrevista no site do jornal:
folha/educacao/ult305u348104.shtml
Para mais informações consulte:
Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento
UCA/OLPC no Jô Soares
FHC, o português correto e outras mentiras sobre educação – crítica enviada via e-mail pelo colega Carlos
Bom texto que recebi via e-mail do colega Carlos, o Mudhah. A fala de FHC chega a ser perigosa e irresponsável, já que muitas pessas, inclusive professores, concordam com estes preconceitos sem nem perceberem que é preconceito e achando que escrever/falar segundo uma norma valorizada, ou falar mais de uma língua com disse FHC, equivale a ser inteleligente e competente. Precisamos desconstruir estas idéias e mostrar que o povo pode inventar outras melhores, se quiser.
Divulgo o texto aqui no blog e com certeza vou colocá-lo no grupo do qual participo, o TIC (tecnologias de informação e comunicação) de Pirituba.
Que símbolo nacional é você?
=”http://obrasileiro.wordpress.com”>
Site muito engraçado. Faça a pesquisa e descubra a sua essência:
http://vaipro.infernohost.net/quesimbolo/























































































