O Incal

Esta semana foi tão rica de eventos… E o dia de ontem idem. Hoje preferi ficar em casa vendo filmes (de classe “B” como ” O Pacto” e “Highlander A origem“…) e lendo gibis em versão cbr pela internet. Destaco os três primeiros volumes edição meribérica de “O Incal” de Jodorowsky e Moebius. Simplesmente o máximo. Também li, em espanhol, o último volume – Sem ele é impossível entender a alta sci-fi místico-simbólica da trama, para mim uma história de crescimento e evolução. Fantástico.
Veja um trechinho do filme “Arzach” do mestre moebius e o trailer daquela que deveria ter sido a versão animada desta série (o projeto, infelizmente, foi abandonado por falta de verba):
Post do site www.sovacodecobra.com.br
Apenas copio um post do site www.sovacodecobra.com.br
Veja o original em: http://www.sovacodecobra.com.br/2003/08/
Yaô
Este lundu de Pixinguinha com letra de Gastão Vianna possui diversas gravações, desde o próprio Pixinguinha no vocal, passando pelo João da Bahiana, Elizeth Cardoso – no disco Uma Rosa para Pixinguinha, minha gravação preferida – até João Bosco.
Para entender um pouco a letra, cheia de palavras de origem africana inseridas pelo Gastão Vianna, segue a explicação de alguns trechos segundo a contra-capa do disco Gente da Antiga, de autoria do Hermínio Bello de Carvalho:
João da Bahiana explica: “Yaô são filhas de santo do terreiro. Aquicó é o galo, peru adié a galinha. Isso quer dizer: o galo com as galinhas no terreiro fazem inveja pros rapazes solteiros. Jacutá de preto véio: casa de babalaô. Oxóssi é São Sebastião. Vamos saravá Xangô: vamos saudar São Jerônimo”. Eis a letra:
Aquicó no terreiro
Peru adié
Faz inveja pra gente
Que não tem mulher (Bis)
No jacutá de preto véio
Há uma festa de yaô (Bis)
Ôi tem nega de Ogum
De Oxalá, de Iemanjá
Mucama de Oxossi é caçador
Ora viva Nanã
Nanã borocô (Bis)
Yô yôo
Yô yôoo
No terreiro de preto véio, iaiá
Vamos saravá (a quem meu pai?)
Xangô (Bis)

do mesmo site retiro capa do disco Gente da antiga com Clementina, Pixinguinha e Donga.
Multiply e Educarede
principal é o fato deste sistema de comunidade estar atualmente
proibido na escola onde trabalho, mas continuarei frequentando outras
comunidades virtuais, que julgo muito mais interessantes. Convido os
colegas a se cadastrarem em duas:
O multiply já é conhecido de muitos. Tem recursos incríveis e um
arquivo de mídias (fotos, videos, músicas, tutoriais…) invejável. O
único senão é ser todo em inglês, mas não creio que isto seja um
problema. Para se cadastrar clique em “Join for Free“, que fica logo abaixo de “Create a New Account“.
Já o educarede é uma espécie de “orkut” educacional feito com
patrocínio da Telefonica, mas pode ser usado por qualquer pessoa
interessada em aprender. Tem recusos diferenciados como chat e a
“oficina de criação”, que permite criar livros virtuais com o tema de sua preferência.
Veja um exemplo de livro virtual (no caso uma coleção de atividades para sala de informática):
http://www.educarede.info/poie
A Ilha
Finalmente assisti o tão comentado filme “A Ilha”, que tem alguns elementos do clássico “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley. Me lembrou também um antigo gibi, que adorei, “O Mundo de Krypton” de John Byrne, mas vale principalmente pelas várias cenas de perseguições, simplesmente perfeitas – Uma delas, numa auto-estrada, consegue a façanha de superar Matrix 2.

Neste gibi ocorre a mesma discussão levantada pelo filme “The Island” – É justo usar órgãos de clones para prolongar a vida humana? Clique no link para ler excelente resenha sobre o filme que fala, rapidamente, sobre as implicações político-religiosas desta questão. Em tempo: creio que o filme não prega contra as pesquisas com células tronco e clonagem, mas serve como alerta para os limites éticos da pesquisa médica.
BOTERO
Sábado saí para andar à toa e aproveitei para ver a exposição de Botero no Memorial da América Latina. Fiquei com uma nova impressão sobre este artísta = sua obra de denúncia e crítica é até superior a suas obras mais famosas e comerciais. Ele tem um forte estilo popular, com cores poucas cores, imagens e temas repetidos… Vale a pena apreciar e analisar com cuidado.
Agora estou procurando o filme O ENCOURAÇADO POTEMKIN para assistir, por causa de uma dica de uma professora.
http://www.terra.com.br/cinema/favoritos/potemkin.htm
Rádio Graciosa
Está sendo um difícil combate reativar a rádio graciosa na escola. Começamos montando um site, onde todos os programas produzidos ficarão disponíveis para o mundo. O link é:
Zumbis Marvel

Uma dos gibis mais engraçados que já li mas que é, ao mesmo tempo, asqueroso e assustador. Legítimo herdeiro de George Romero e “A Volta dos Mortos Vivos” . Imagine: ver seus heróis favoritos transformados em monstros canibais. A idéia é tão boa que gerou sequências.
Death Note
Peguei a dica na revista Neo Tokyo n.07 e baixei o arquivo pelo site http://www.hinata-sou.com.br/ . O filme é ótimo, agora estou curioso para ler o mangá, assistir a versão em anime e a sequência, chamada “The Last Name”
Procure os trailers no youtube
Se o Superman existisse no mundo real, possivelmente seria algo como “Kira”, um ser que tenta (e é bem capaz de) transformar o mundo para ficar de acordo com sua vontade, não se importando com as consequências. Já seu arqui-inimigo L é algo muito próximo do que seria Batman – sombrio, cheio de recursos e incrivelmente inteligente. A história tem um leve clima místico (por causa do poder do “caderno” e dos demônios), mas cativa pela disputa moral e intelectual dos heróis.
Talvez seja possível baixar os filmes pelos seguintes links:
http://www.ansociety.net/index.php?menu=mo_deathnotela
http://www.ansociety.net/index.php?menu=mo_death_note2
Na wikipédia tem spoiler da série inteira:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Death_Note
E às vezes é possível baixar o artbook “Blanc at Noir” com ilustrações da série:
http://www.megaupload.com/pt/?d=KFZX4HNQ
Veja um exemplo do livro impresso (que custa272,60 ):Mais uma dica – Procure pelos animês (mais elogiados do que os filmes) em:
http://www.deathnote.com.br/
Toccata e Fuga em D Menor
Dica do blog http://omedi.blogspot.com/
Um clássico para órgão de Bach, que foi gravado e animado digitalmente.




